a) em novembro de 2008, a Academia Brasileira de Letras sugeriu que passassem a se grafar sem hífen as palavras que na língua portuguesa iniciavam-se por não como elemento de composição de vocábulos comuns (sejam exemplos não-fumante, não-intervenção, não-violência) sem hífen, exceto em nomes de plantas (não-te-esqueças-de-mim) e gentílicos (não-me-toquense); por consenso com a Academia Brasileira de Letras, neste dicionário passou a se registrar ambas as formas, distinguidas em substantivo composto e locução; o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 não menciona regra para esse uso