(filosofia) em Pascal (1623-1662), sentimento egoísta oposto à modéstia e à benevolência, vinculado ao esquecimento de Deus pelo coração humano
(filosofia) em Rousseau (1712-1778), afeto eticamente condenável, originado da concorrência e da competição inerentes ao convívio social, que sucede e degenera o estado primitivo e moral de um ser humano ainda não socializado